Otelo, o mouro de Veneza — De William Shakespeare (Por Pablo Rodrigues)

“Ela me amou porque passei perigos,/ Eu a amei porque sentiu piedade” Cheguei ao término de mais um livro, Otelo, o mouro de Veneza, de William Shakespeare. Descobri meu amor por Shakespeare ainda na graduação. Achei que seria “cult” ser … Continuar lendo Otelo, o mouro de Veneza — De William Shakespeare (Por Pablo Rodrigues)

“Quando li Clarice Lispector, e pude pensar por mim mesmo, concluí que somente o impossível me interessaria”, por Pablo Rodrigues

Estou naquela fase que sinto falta de uma pessoa que conheci recentemente, mas o nome disso não é necessariamente saudade. É como se sentisse fome de um alimento que ainda não produziram. Alimento que já foi plantado, porém vai demorar para … Continuar lendo “Quando li Clarice Lispector, e pude pensar por mim mesmo, concluí que somente o impossível me interessaria”, por Pablo Rodrigues

Diamante na escuridão da noite, por Anna Carolina Messias

Ao fim daquele dia, Isabel estava tentando compreender seu atual estado de espírito: estava satisfeita ou insatisfeita? Sem dúvidas ela mostrava-se dia a dia mais independente, mas também mais sozinha. Valia a pena estar sempre só apesar de tudo?  Continuar lendo Diamante na escuridão da noite, por Anna Carolina Messias

Clarice Lispector: um convite ao prazer da aprendizagem, por Anna Carolina Messias

“Sua alma incomensurável. Pois ela era o Mundo. E no entanto vivia o pouco. Isso constituía uma de suas fontes de humildade e forçada aceitação, e também a enfraquecia diante de qualquer possibilidade de agir”.
Clarice Lispector, Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres

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William Faulkner (1897-1962)

A experiência de ler o silêncio em William Faulkner, por Pablo Rodrigues

Quando foi para a cama, naquela noite, sua mente estava decidida a fugir. Sentia-se como uma águia: duro capaz, poderoso, implacável, forte. Mas isso passou, embora ele não percebesse então, como a águia, que sua própria carne bem como todo o espaço era ainda uma gaiola.
William Faulkner, Luz de Agosto (p. 143)

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